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​​Natal e Réveillon: com quem devem ficar os filhos de pais separados?

A configuração familiar vem mudando de forma significativa ao longo dos anos. Encontrar filhos de pais separados tem se tornado algo cada vez mais corriqueiro. Naturalmente, as famílias se adaptam aos novos modelos e contornam possíveis dificuldades. Com a chegada do fim do ano, porém, os problemas atrelados à separação ficam mais evidentes: com quem as crianças devem passar as festas? Como elas lidam com o fato de passarem o Natal com a mãe e o ano novo com o pai (e vice-versa)?


Segundo a psicopedagoga Cynthia Wood Passianotto, da Clínica Crescendo e Acontecendo, o primeiro passo para lidar com esse tipo de conflito é ir com calma. Se a criança está acostumada a passar o Natal na casa de um familiar por parte de mãe, a tradição deve ser mantida no primeiro ano de separação e, aos poucos, com muito diálogo, começar a ser substituída. “Ela pode passar uma parte da noite na casa da avó materna e depois ser levada para a casa do pai, por exemplo”, diz a especialista.

Outro fator importante diz respeito à apresentação do padrasto e da madrasta. É natural que o pai queira a presença da namorada na festa, o que também acontece com a mãe e o novo namorado. No entanto, segundo Rosângela Hasegawa, psicopedagoga e diretora do Evolve Colégio Infantil e Berçário, as apresentações devem ser feitas antes dessa época do ano, para que a criança vá se acostumando com a ideia aos poucos. Apresentar o novo namorado no Natal não é uma boa ideia. “A criança precisa de tempo para assimilar a nova situação”, afirma Rosângela. 

Mas “dividir” a presença do filho não é o único desafio enfrentado pelos pais separados. Outro problema muito comum é a competição que costuma se desenhar com respeito ao amor das crianças. Tanto o pai quanto a mãe querem garantir que os filhos continuem próximos, e, para isso, são capazes de dar a eles tudo o que querem, visando agradá-los. 

De acordo com Elisabete Duarte, coordenadora  pedagógica do Colégio Nossa Senhora do Morumbi, esse é um grande erro que pode, inclusive, refletir no futuro. “Quando os pais entram nessa disputa, a educação dos filhos é afetada”, ressalta. “Isso pode resultar em crianças mimadas e, no futuro, adultos com dificuldades em lidar com negativas e frustrações”.

No natal, segundo Cynthia Wood, isso fica bem evidente com os presentes – o pai ou a mãe podem acabar fazendo ‘loucuras’ para dar um presente melhor para o filho. “O comportamento, no entanto, deve ser evitado – pelo próprio bem da criança”, ensina a especialista.

 

Veja o artigo originalmente publicado aqui.

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