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​Guarda compartilhada: como fica a criança?

​Quando divide o seu tempo entre pai e mãe, a criança cria vínculos mais fortes com ambos.

Desde o início do ano, a guarda compartilhada passou a ser norma em caso de divórcio dos pais. Ou seja, pela lei, a criança deve passar metade do tempo com a mãe e metade com o pai. A divisão, no entanto, não precisa ser exatamente 50% do tempo com um e com o outro. Cabe ao juiz, em concordância com o casal, afinar os termos da guarda compartilhada, sempre fazendo o máximo para que ambos os pais passem mais tempo com a criança.

Na lei, tudo ok. Com os pais, nem tanto, afinal, em divórcios sempre sobram mágoas e ressentimentos. E as crianças, como ajudá-las a encarar essa nova realidade? Em primeiro lugar, é preciso dizer que a guarda compartilhada é um instrumento criado justamente para o bem dos filhos. "A convivência com o pai e a mãe no dia a dia é extremamente benéfica, pois permite que a criança aumente seu referencial masculino/feminino e crie vínculos afetivos mais fortes com os dois", explica Cynthia Wood, psicóloga e psicopedagoga na clínica Crescendo e Acontecendo, de São Paulo.

"Como o ex-casal terá de continuar se relacionando por conta dos afazeres com o filho, é preciso respeitar, em primeiro lugar, os sentimentos da criança. É justamente na guarda que são canalizados os ódios e rancores do ex-casal, que costuma usar os filhos como munição na guerra entre eles", observa Cynthia. É sempre bom lembrar que alienação parental não apenas é uma maldade com a criança mas também umcrime.

A psicóloga alerta que é importante que a escola saiba da situação familiar para poder ajudar a criança. "Os profissionais da escola podem ajudar a criança a se adaptar a este novo momento e também podem ficar de olho se a criança mostrar sinais de queda em seu aprendizado, alertando os pais de que algo pode não estar dando certo ou de que a criança necessita de maior ajuda para esta adaptação", diz.

Cynthia Wood aconselha ainda que o ex-casal estabeleça regras parecidas para ser cumpridas nas duas casas (horário das refeições, programas que pode assistir na TV, etc), para que a criança não fique confusa e cresça insegura. "Ela deve ter um cantinho seu em cada casa e se sentir acolhida em cada ambiente, para que realmente perceba as duas casas como sendo suas", explica. Com carinho, o processo pode ser o melhor para todos.

 

 

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